O nome Carlos Henrique Buscariollo, mais conhecido como “Mamute”, voltou a ecoar com força nas páginas policiais da região noroeste do estado do Paraná. Envolvido em uma teia de crimes sangrentos, ele agora é acusado de tentativa de feminicídio — mais um capítulo sombrio na trajetória de um dos nomes mais temidos de uma pequena cidade conhecida como Icaraíma.
🔫 Tiro no rosto e fuga pela mata: o ataque que chocou a cidade
Em 2020, segundo a Polícia Militar, “Mamute” teria disparado contra a própria companheira durante uma discussão acalorada. Mesmo baleada no rosto, a vítima conseguiu relatar o crime. No local, os policiais encontraram cápsulas deflagradas, munições de diversos calibres e drogas — um verdadeiro arsenal. A arma do crime desapareceu, e “Mamute” escapou pela mata, como um fantasma.
Um histórico de sangue e medo
Desde 2016, o nome de “Mamute” aparece ligado a execuções e crimes violentos em Icaraíma e arredores. Denúncias do Ministério Público o colocam como executor frio e calculista, envolvido em assassinatos que deixaram a população em pânico.
Família marcada pela violência
O sobrenome Buscariollo virou sinônimo de brutalidade. Antonio, o patriarca, e Paulo Ricardo, irmão de “Mamute”, estão foragidos e são investigados pela morte dos quatro desaparecidos de Vila Rica do Ivaí — um caso que chocou o país. A polícia acredita que o clã esteja por trás de uma rede de crimes que vai muito além do que se imaginava.
Investigações seguem — e o medo também
As autoridades continuam apurando os crimes, enquanto a população vive sob a sombra de um nome que virou lenda urbana: “Mamute”. Um homem que, segundo os investigadores, carrega nas costas um rastro de violência, dor e impunidade.


